AI 5 digital tucano é depenado

O projeto do AI 5 digital, de autoria do ex-senador e atualmente deputado federal tucano Eduardo Azeredo (PSDB-MG), foi drásticamente reduzido há pouco menos de quatro artigos da proposta original em tramitação na Câmara sobre crimes cibernéticos. A Comissão de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática, foi aprovada nesta quarta-feira (23) , mas sem a maior parte do seu conteúdo original. O relator, deputado Eduardo Azeredo (PSDB-MG), defensor do substitutivo do Senado ao Projeto de Lei 84/99, mudou de posição e defendeu a rejeição de 17 artigos da proposta reduzindo-o a 4 artigos.

O relator afirmou que a mudança foi necessária para viabilizar a aprovação da proposta. “A parte retirada precisa de aperfeiçoamentos, tanto para garantir que a liberdade na internet continue sendo ampla, quanto para ampliar os níveis de segurança dos cidadãos em uma norma que seja duradora e não fique obsoleta no curto prazo”, sustentou.

De acordo com Azeredo, os dispositivos retirados poderão ser incluídos, com nova redação, em outra proposta: o PL 2793/11, do deputado Paulo Teixeira (PT-SP), que foi aprovado na Câmara semana passada e agora será analisado pelo Senado. O projeto foi aprovado sob críticas de Azeredo, que acusou o governo de casuísmo.

A mudança feita pelo relator no substitutivo do Senado ao PL 84/99 vem depois de anos de intensas discussões na Câmara. A versão original do texto chegou a motivar um abaixo-assinado de 350 mil nomes repudiando a proposta. Segundo organizações sociais, a proposta seria uma grave ameaça aos direitos e liberdades na internet.

Alguns dos crimes previstos na versão anterior, e retirados por Azeredo, são: a obtenção, transferência ou fornecimento não autorizado de dado ou informação; e divulgação, utilização, comercialização e disponibilização de dados e de informações pessoais contidas em sistema informatizado com finalidade distinta da que motivou seu registro.

Outro ponto polêmico retirado se refere à guarda dos dados de logs (dados de conexão) dos usuários pelos provedores.

Versão aprovada
O texto aprovado na Comissão de Ciência e Tecnologia tipifica no Código Penal (Decreto-Lei 2.848/40) e no Código Penal Militar (Decreto-Lei 1001/69) condutas criminosas praticadas por usuários de internet.
Uma delas é a utilização de dados de cartões de crédito ou débito obtidos de forma indevida ou sem autorização. A proposta equipara essa prática ao crime de falsificação de documento particular, sujeito à reclusão de um a cinco anos e multa.
A proposta inclui ainda no Código Penal Militar punição para a divulgação de dado eletrônico em tempo de guerra que favoreça o inimigo, prejudique operações militares ou comprometa a eficiência militar do País. A punição para o crime varia de 20 anos de reclusão, em grau mínimo, à pena de morte, em grau máximo.
Racismo
“Foi introduzida também uma nova previsão na lei de combate ao racismo (7.716/89) para obrigar que mensagens com conteúdo racista sejam retiradas do ar imediatamente, como já ocorre atualmente em outros meios de comunicação, seja radiofônico, televisivo ou impresso”, explicou Azeredo.
No caso do racismo a legislação já prevê pena de reclusão de dois a cinco anos e multa, quando o crime é cometido por intermédio dos meios de comunicação, incluindo os digitais.
Delegacias especializadas
O texto aprovado também estabelece que os órgãos da polícia judiciária deverão criar delegacias especializadas no combate a crimes praticados por meio da internet ou por sistema informatizado.
Para Azeredo, a proposta confere mais segurança a quem faz uso da internet com qualquer fim, seja ele pessoal, acadêmico ou profissional. “Esses pontos que aprovamos, do ponto de vista da tramitação parlamentar, estão mais avançados, uma vez que dependem apenas da aprovação do Plenário da Câmara para ir à sanção”, defendeu.

Matéria atualizada às 17h22.

Íntegra da proposta:

PEC do Trabalho Escravo passa na Câmara, mas volta para o Senado

O Plenário da Câmara acaba de aprovar, em segundo turno, a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 438/01, do Senado, que permite a expropriação de imóveis rurais e urbanos onde a fiscalização encontrar exploração de trabalho escravo, e os destina à reforma agrária e a programas de habitação popular. A proposta é oriunda do Senado e, como foi modificada na Câmara, volta para exame dos senadores.
Confira como votou cada deputado
A votação da PEC do Trabalho Escravo só foi possível depois de um acordo dos líderes, em reunião na tarde desta terça-feira, na sala da Presidência da Câmara. A proposta passou com 360 votos a favor, 29 contra e 25 abstenções. O texto precisava de 308 votos para ser aprovado.
Durante a discussão, diversos deputados afirmaram que o Congresso precisa agora aprovar uma lei que regulamente o assunto, definindo o que é condição análoga a trabalho escravo e os trâmites legais da expropriação.
O presidente da Câmara, Marco Maia, disse que as duas Casas do Congresso vão formar um grupo de trabalho para redigir o projeto de lei de regulamentação. A criação da comissão é fruto de um acordo fechado há duas semanas entre Maia e a presidente interina do Senado, Marta Suplicy, que garantiu a votação da PEC.
Com a aprovação, Maia, encerrou a Ordem do Dia.
Contexto
A PEC do Trabalho Escravo foi aprovada em primeiro turno pela Câmara em agosto de 2004, como uma resposta ao assassinato de três auditores do Trabalho e de um motorista do Ministério do Trabalho, em Unaí (MG), em 28 de janeiro daquele ano. Os quatro foram mortos depois de fazerem uma fiscalização de rotina em fazendas da região, onde haviam aplicado multas trabalhistas. O processo criminal ainda corre na Justiça, e nove pessoas foram indicadas pelos homicídios, incluindo fazendeiros.
O crime, que ficou conhecido como a chacina da Unaí, também motivou o Congresso a aprovar um projeto que transformou a data de 28 de janeiro em “Dia Nacional de Combate ao Trabalho Escravo”. A proposta foi sancionada e virou a Lei 12.064/09. Fonte: Agência Câmara.

Cachoeira se nega a falar à parlamentares da CPMI















A Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do Cachoeira começa nesta semana a ouvir os depoimentos públicos dos acusados de envolvimento direto com o contraventor Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira que se negou a responder as perguntas formuladas pelos membros da CPMI que investiga as atividades do contraventor nesta tarde no Congresso Nacional. Eles foram pegos pelas operações Vegas e Monte Carlo da Polícia Federal. O depoimento de Cachoeira depende de decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal Celso de Mello, que só deverá divulgá-la hoje.
Na quinta-feira (24), os deputados e senadores da comissão ouvirão seis pessoas, a maioria presa pela Operação Monte Carlo. Entre os convocados, está o sargento da Aeronáutica Idalberto Matias de Araújo, conhecido como Dadá, que seria ‘espião’ do grupo. Os inquéritos policiais atribuem à organização, entre outros, os crimes de contrabando, lavagem de dinheiro, evasão de divisas, peculato, violação de sigilo e formação de quadrilha.

O início dos depoimentos está marcado para as 10h15, na sala 2, da Ala Nilo Coelho, do Senado.

Veja a lista dos convocados:

Idalberto Matias de Araújo – Sargento da Aeronáutica conhecido como Dadá, é acusado de ser ‘espião’ do grupo. Também é suspeito de arregimentar policiais federais, civis e militares para as atividades criminosas, além de atuar na promoção dos sites de aposta eletrônica da organização e nas frentes de fechamento de bingos rivais, tudo isso de acordo com o requerimento de convocação aprovado pela CPI. Também foi flagrado pela Polícia Federal em conversas com parlamentares, no curso da operação Monte Carlo, que acabou por prendê-lo.

Lenine Araújo de Souza – Preso pela operação Monte Carlo, é apontado como integrante da organização comandada por Carlinhos Cachoeira. De acordo com os requerimentos de convocação, Lenine era gerente do jogo do bicho e responsável pela contabilidade do grupo.

Jairo Martins de Souza – Apontado nas investigações como envolvido nas atividades ilícitas praticadas pela organização criminosa. Segundo o requerimento de convocação aprovado pela CPI, era considerado um dos ‘espiões’ do grupo.

José Olímpio de Queiroga Neto
– Apontado pela Polícia Federal como membro da organização criminosa. De acordo com os requerimentos de convocação, ele seria o gerente da organização no Entorno do DF e um dos responsáveis pelo pagamento de propina a agentes públicos. Também foi preso pela Operação Monte Carlo.

Gleyb Ferreira da Cruz
– Preso na Operação Monte Carlo da Polícia Federal, Gleyb é apontado como laranja de empreendimentos de Cachoeira. De acordo com os requerimentos de convocação, Gleyb aparece nas conversas interceptadas como elo entre Cachoeira e o delegado da polícia federal Deuselino Valadares, também preso.

Wladimir Henrique Garcez
– Preso pela operação Monte Carlo, da Polícia Federal, o ex-vereador é apontado como um dos principais colaboradores da organização criminosa supostamente comandada por Cachoeira. De acordo com os requerimentos de convocação, Wladimir seria facilitador do grupo junto a agentes públicos, como as polícias civil e militar de Goiás.
Saiba mais sobre a CPMI do Cachoeira
Da Redação/NA
Com informações da Agência Senado

Será que desta vez o grupo designado para discutir dois pareceres sobre fim do fator previdenciário avançará?

A Câmara de Negociação sobre Desenvolvimento Econômico e Social, criada para buscar consenso em propostas que interessam a trabalhadores e empresários, reúne-se hoje para analisar o projeto que acaba com o fator previdenciário (PL 3299/08). Serão discutidos os pareceres dos dois relatores: deputado Assis Melo (PCdoB-RS), cujo texto representa a opinião dos trabalhadores, e deputado Jorge Corte Real (PTB-PE), que reuniu as sugestões dos empresários. A reunião será realizada às 15 horas, no Plenário 15.

O objetivo do grupo é, a partir dos dois relatórios, buscar um texto único a ser apresentado no Plenário, quando o PL 3299/08 for analisado. No mês passado, em audiência na Câmara, o governo admitiu que o fator previdenciário, criado em 1999, não conseguiu atingir seu objetivo principal, de adiar a aposentadoria dos trabalhadores do Regime Geral da Previdência Social.

O fim do fator já havia sido aprovado no Congresso em 2010, mas a proposta foi vetada pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Comissão debate hoje situação da aviação no Norte e no Nordeste

Manaus, Fortaleza, Natal, Recife e Salvador estão entre as cidades que sediarão a Copa do Mundo de 2014.

A Comissão de Amazônia, Integração Nacional e de Desenvolvimento Regional realiza audiência pública na tarde de hoje para discutir a situação da aviação nos estados da Amazônia Legal e na região Nordeste, em especial o elevado custo de passagens aéreas e a reduzida oferta de voos.

Autor de um dos requerimentos para a realização da audiência, o deputado Gladson Cameli (PP-AC), argumenta que as empresas prestadoras desses serviços oferecem poucos voos a preços que não condizem com a realidade socioeconômica da região Norte. Por outro lado, continua o deputado, as autoridades federais atuam de forma insatisfatória, concentrando seus esforços nas regiões que hoje respondem pela maior parte do tráfego aéreo brasileiro.

Cameli defende que as empresas ofereçam uma contrapartida social às regiões menos favorecidas do País, considerando que elas vêm seguidamente recebendo ajuda governamental sempre que lhes ocorrem problemas.

“Não se pode admitir que a população da região seja penalizada pela falta de concorrência, pois é fato que as empresas aéreas oferecem preços mais razoáveis em rotas mais concorridas, configurando situações absurdas", lamenta o deputado. "Uma simples passagem de ida e volta de Brasília ao Acre, estado que represento, pode custar quatro vezes mais que uma ida e volta aos Estados Unidos”, exemplifica.

Já o deputado Wilson Filho (PMDB-PB) , autor de outro requerimento no mesmo sentido, diz que as dificuldades de acesso da população do Nordeste ao transporte aéreo prejudica o próprio desenvolvimento da região.

Participarão do debate:

- o diretor do Departamento de Política de Serviços Aéreos da Secretaria de Política Regulatória de Aviação Civil/SAC-PR, Ricardo Chaves de Melo Rocha;
- a diretora do Departamento de Gestão do Programa Federal de Auxílio a Aeroportos (Profaa) da Secretaria de Aeroportos/SAC-PR, Fabiana Todesco;
- o gerente de Engenharia da Infraestrutura Aeroportuária da Agencia Nacional da Aviação Civil (ANAC), Tarik Pereira de Souza;
- o superintendente Regional do Nordeste da Infraero, Fernando Nicácio Filho;
- o diretor de Relações Institucionais da Gol Linhas Aéreas, Alberto Fajerman; e
- Victor Rafael Resende Celestino, do Sindicato Nacional das Empresas Aeroviárias (SNEA), representando a TAM Linhas Aéreas e TRIP Linhas Aéreas.

A audiência será realizada às 14 horas no Plenário 15.

Os 40 anos da Guerrilha do Araguaia

O professor de geopolítica da UFG e autor do livro Guerrilha do Araguaia – a esquerda em armas. Goiãnia-GO, Editora da UFG, 1997, Romualdo Pessoa resume alguns fatos que marcaram a epopéia de uma "conspiração do silêncio" que calou um grupo de jovens militantes do PC do B assasinados pelo Exército Brasileiro. Seu crime: resistir à ditadura militar.
























Leia a íntegra aqui.

Juros baixos ainda são para poucos

Levantamento da PROTESTE (Associação de Consumidores) constatou que quase nada mudou após anúncio da Caixa e Banco do Brasil sobre a queda das taxas de juros. A realidade é bem diferente nas agências

A PROTESTE (Associação de Consumidores) foi conferir em agências da Caixa Econômica Federal e do Banco do Brasil, no Rio de Janeiro e em São Paulo, se o consumidor de fato consegue se beneficiar da redução das taxas de juros das principais linhas de crédito anunciadas pelos bancos. O que constatamos nas visitas feitas, na última quinta-feira (12), foi que em várias das linhas anunciadas a diferença ainda não pode ser verificada pelo consumidor e é difícil encontrar informação a respeito.

Em nossa visita às agências simulamos o financiamento de um carro zero quilômetro, com entrada de 40%. A simulação na Caixa mostrou que a taxa que o cliente encontra nas agências está bem longe das mínimas anunciadas. Na agência visitada em São Paulo foi informado que a taxa de juros para o financiamento em 24 vezes é de 1,92% ao mês. No Rio de Janeiro o mesmo financiamento teria a taxa de 1,70% ao mês. Nas agências das duas cidades foi informado, ainda, que a taxa de 0,98% só está disponível para quem der 50% do valor do carro de entrada e fizer o financiamento em 12 meses. Ou seja, não é para todos!

Assim como na Caixa, a simulação do financiamento no Banco do Brasil mostrou que o consumidor não terá muita facilidade em encontrar taxas de juros tão baixas quanto as mínimas divulgadas. Na Agência do Rio de Janeiro a taxa para o financiamento em 24 vezes é de 1,46% ao mês. Em São Paulo a taxa encontrada foi de 1,02% ao mês. Mas a contratação depende de uma série de fatores como o relacionamento com banco e ampla análise de crédito. Além disso, o financiamento na Caixa, com juros mínimos, só é possível após três meses da abertura da conta.

Quem deseja fazer empréstimo pessoal também precisa ficar atento. A Caixa divulgou que a taxa para está linha de crédito será de 2,39% ao mês. Se, por exemplo, o consumidor utilizar o crédito pessoal com da Caixa para um empréstimo de R$ 10 mil com pagamento em 12 meses no final do contrato terá pagado R$ 11.349,43, enquanto se utilizarmos uma média das taxas de mercado o valor final desembolsado será de R$ 13.898,99. Uma diferença de R$ 2.549,56. Mas para ter acesso a essa taxa é preciso ter conta-salário no banco e a aprovação está sujeita análise de crédito.

No Banco do Brasil, na agência visitada no Rio, a taxa para empréstimo pessoal fornecida varia de 5,10% a 6,79% ao mês, para clientes regulares. Tanto no Rio quanto em São Paulo os gerentes não tinham a informação exata de qual seria taxa para os que possuem conta-salário, informando apenas que a taxa irá depender da análise de crédito do cliente.

Com relação às taxas do rotativo do cartão de crédito a PROTESTE recomenda atenção, na Caixa a nova taxa de juros de 2,85% ao mês é válida somente para o novo cartão, chamado “cartão Azul Caixa”. Nos outros cartões da instituição as taxas são bem mais elevadas.

Por isso recomendamos que o consumidor não se deixe levar pelo que está sendo divulgado, pois a realidade ainda não é de juros baixos.

FAMEP prmove seminário municipalista

Convite

















Confira a Programação

Contagem regressiva para a Copa 2014

Mensagem viral que circula na Internet.

Faltam 3 anos,
12 estádios,
1 seleção,
1 técnico,
30 hotéis,
14 aeroportos,
120.000 km de rodovias,
2.000 km de metrô,
6 trens-bala,
115 favelas pacificadas,
33.000 soldados preparados,
2.000 restaurantes e
150.000 motoristas de taxi falando inglês.
Sejamos otimistas, falta pouco!

CPI mista para investigar relações de Cachoeira com parlamentares do Congresso

O Congresso deverá instalar uma Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) para investigar os negócios do contraventor Carlos Cachoeira, segundo acordo feito há pouco entre os presidentes da Câmara, Marco Maia, e do Senado, José Sarney.

"Não há por que haver uma CPI na Câmara e outra no Senado se é possível a construção de uma CPI mista que cumpra a tarefa de investigação desse caso envolvendo Cachoeira com parlamentares, pessoas do Executivo, do Judiciário e também com pessoas ligadas à imprensa. Defendemos uma CPMI ampla para desvendar o que de fato ocorreu", disse Maia.

A instalação da CPMI vai requerer as assinaturas de 27 senadores e de 171 deputados. Marco Maia disse que os dois presidentes vão conversar com os líderes de cada Casa para definir a redação do requerimento de criação da CPMI. A expectativa é a de que o assunto seja resolvido ainda nesta semana. "Como há um entendimento entre os presidentes das duas Casas e há um posicionamento claro dos líderes, acredito que não teremos nenhum problema na tramitação dos procedimentos legais para a instalação dessa CPMI", disse.

Preso na Operação Monte Carlo da Polícia Federal, Cachoeira é acusado de explorar jogos ilegais e de montar uma rede de tráfico de influência que inclui vários agentes públicos, especialmente no estado de Goiás.

Marco Maia antecipou que vai dar prioridade, na composição da CPMI, aos parlamentares que não sejam candidatos a prefeituras neste ano, para impedir que os trabalhos sejam comprometidos pelo calendário eleitoral.

Fonte: AG/Câmara.

Sugestões do Roberto C. Limeira de Castro para o novo futebol no Brasil

ATENÇÃO TODOS OS CLUBES E FEDERAÇÕES ESTADUAIS DE FUTEBOL DO NOSSO BRASIL VARONIL INCLUÍDOS NA CLASSIFICAÇÃO NACIONAL DA CBF
ESTAMOS PRÓXIMOS DA NOSSA VITÓRIA COM O AFASTAMENTO DO CHEFÃO

*Por Roberto C. Limeira de Castro
betoccastro@gmail.com

Há poucos dias o jornal de esportes Lance levantou no Blog do Juca uma proposta global que inclui uma série de sugestões para o novo futebol brasileiro que desponta no horizonte. A proposta foi subscrita pelo credenciado jornalista da Uol e isto é muito bom para o nosso maltratado futebol.

Estamos bem próximo da nossa vitória após 23 anos de ditadura. Não se faça de rogado, nem tenha medo de ser feliz. A Presidenta Dilma, que botou o ditador para correr e está ao lado do maior brasileiro de todos os tempos, o nosso eterno Presidente Lula, ambos do nosso lado, juntamente com o Ministro dos Esportes, Dr. Aldo Rebelo.

Pressione as suas bases estaduais para aprovação da seguinte proposta e não se contente com menos:
1. Criação do Fundo Nacional para o Desenvolvimento do Futebol – Fundebol, administrado pela CBF reunindo todos os recursos advindos dos contratos de TV para os dois semestres e quaisquer outros que venham a ser assinados.

Os recursos deste fundo não são de propriedade de quaisquer clubes isolados ou em rebelião, mas da mentora maior do nosso futebol, suas afiliadas e os seus clubes (todos ranqueados na classificação nacional, aptos e regularizados para receber).

A este fundo devem ser acrescentadas todas as receitas líquidas da seleção brasileira, todos os contratos de publicidade assinados em seu nome e todos os recursos advindos de seus jogos e promoções, inclusive uma eventual loteria, concursos e arrecadações de brindes e souvernirs.
Este fundo ultrapassará um montante de mais de R$ 2 bilhões no primeiro momento e exija transparência do seu mentor estadual.

1. Igualmente, todos os clubes relacionados e regularizados na classificação nacional terão direito ao voto para Presidente da CBF. Quem receber propina ou gratificação para votar em algum corrupto, pode ter certeza que será denunciado.

2. Sabemos que é difícil, mas não é impossível, pois depende da vontade política dos nossos Governadores, Senadores, Prefeitos, Deputados Estaduais e Federais, além de vereadores. Estamos falando da transferência da CBF para Brasília, que é a Capital do Brasil e longe da máfia dos Treze, banido e enterrado para sempre, graças ao nosso bom Jesus, que está do nosso lado. Seus restos mortais (dos treze vampiros sanguessugas) deveriam ser cimentados e jogados ao mar profundo, para jamais termos no nosso futebol uma ditadura tirana que tivemos que suportar por longos 23 anos. Todos juntos, devem execrar qualquer dirigente safado que sequer venha pronunciar esta associação imoral ou qualquer coisa parecida. É chegada a nossa vez! Aproveitem!

3. Exijam e trabalhem para a seguinte distribuição de recursos, baseada na classificação nacional e não caiam nas lábias de algum falastrão ou sem vergonha de qualquer federação, liga ou clube que titubear na sua frente. Estamos a um passo da nossa vitória. Lute, brigue, fure o cerco, bata o pé, não tenha medo de tigres de papel.

























Os valores acima são aproximados, com base em receitas previstas para o primeiro semestre com o pacote NBA do Futebol, incluindo entre 06 e 08 campeonatos regionais com início em janeiro até maio, desembocando na Copa dos Campeões Regionais do Brasil ou Copa da CBF ou ainda Copa Libertadores – Edição Brasil. No segundo semestre, teremos as quatro divisões do Campeonato Brasileiro de Futebol vendidas em Pacote Único. Neste montante de quase R$ 2 bilhões devem ser acrescentadas todas as receitas da Seleção Brasileira, já que a CBF ficará com 10% do total geral do fundo para administração do futebol brasileiro ou cerca de R$ 200 milhões. Às Federações, caberiam, também, 10% do total líquido de cada uma, valores estes destinados a cobrir todas as despesas atinentes à administração dos certames e todas as outras taxas.

Este fundo poderia ser bem incrementado, ainda, com taxas em percentuais acordados entre as partes correspondentes a placas publicitárias nos estádios, arrecadação nos estádios, percentual sobre direitos federativos recebidos de clubes do exterior e a partir do momento que os clubes estiverem livres de suas dívidas fiscais, os valores da Timemania em seu total seriam incluídos na distribuição global até completar o último clube. Existem Loterias muito mais rentáveis do que essa pobre loteria de números denominada de Timemania. Dá para se chegar facilmente à R$ 3 bilhões ou mais.

Percentual deste valor total poderia ser segregado para o financiamento de Centros de Treinamento, Estádios e outras instalações no âmbito dos clubes em todo o país, com verbas complementares do Ministério dos Esportes, para incremento dos demais esportes olímpicos de alto rendimento e também do futebol.

















Após a retirada do percentual de cada Federação, o valor líquido seria distribuído aos clubes ranqueados na Classificação Nacional acima, com base na pontuação de cada um e no respectivo e correspondente percentual. Parem de brigar, pelo amor de Deus, por merrecas e tratem de investir o rico dinheiro que não existia e desenvolver os seus clubes com grupos de atletas de alto nível e aumentar os seus percentuais na Classificação Nacional.

A hora é de união total e irrestrita e de mostrar competência na organização de cada clube.

Quem tem medo de cachoeira?

Um show de reportagem a matéria do Claudio Dantas Sequeira para a revista Isto É desta semana.















Pivô do escândalo que levou à queda de Waldomiro Diniz da Casa Civil em 2004,
Carlinhos Cachoeira diz ter em seu poder novos grampos contra políticos.

Bicheiro preso pela PF ameaça empresários e políticos com material explosivo. Gravações estariam escondidas numa chácara em Anápolis.

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A Poltrona Escura, com Cacá Diegues em Brasília












A POLTRONA ESCURA É A PRÓXIMA ATRAÇÃO DO ENCENA

O ator paraense Cacá Carvalho interpreta três contos do dramaturgo italiano Luigi Pirandello, em apresentação única, nesta sexta-feira (23 de março), no Teatro Oi Brasília

O projeto EnCena, do Teatro Oi Brasília (Complexo Royal Tulip Brasília Alvorada, SHTN Trecho 1, vizinho ao Palácio da Alvorada), apresenta nesta sexta-feira (23 de março), às 21h, o oitavo espetáculo da temporada 2011/2012: trata-se de A Poltrona Escura (ver sinopse abaixo), baseado em três contos do dramaturgo italiano Luigi Pirandello (1867-1936), interpretados pelo paraense Cacá Carvalho, ator que se destacou na TV com o personagem Jamanta nas novelas Torre de Babel (1998/1999) e Belíssima (2005/2006), ambas pela Rede Globo.

Os ingressos podem ser adquiridos, nos valores de R$ 60 (inteira) e R$ 30 (meia), na bilheteria do teatro (de terça-feira a sábado, das 13h às 19h - mais informações: 3424-7121), pelo site www.teatrooibrasilia.com.br ou no Rayuela Bistrô (412 Sul, telefone: 3346-9006).

Desde outubro de 2011 que o Teatro Oi Brasília vem desenvolvendo o projeto EnCena, totalmente voltado para as artes cênicas, tendo apresentado os espetáculos Mary Stuart e Vozes Dissonantes (em outubro, ambos com Denise Stoklos), As Olívias Palitam (em novembro, com o quarteto cômico As Olívias), O Homem que Amava Caixas (em janeiro, com a Cia Artesanal de Teatro), O Grande Inquisidor e Sonho de um Homem Ridículo (no início de fevereiro, ambos com o ator Celso Frateschi) e A Casa Amarela (24 de fevereiro, com o ator Gero Camilo)

Sobre o espetáculo

Em A Poltrona Escura, o paraense Cacá Carvalho interpreta três contos do dramaturgo Luigi Pirandello (1867-1936), Prêmio Nobel de Literatura em 1934: Os pés na grama, O carrinho de mão e O sopro. O espetáculo, com direção de Roberto Bacci, trata do olhar inquietante e divertido, lúcido e cruel do autor italiano sobre a condição humana. A atuação rendeu a Cacá o Prêmio Shell de "Melhor ator" em 2003. A montagem foi considerada também um dos cinco melhores espetáculos daquele ano pela Associação Paulista de Críticos de Artes (APCA).

No conto Os Pés na grama, o ator mostra a solidão e a perplexidade de um pai que ficou viúvo e nos leva a compreender a cruel sucessão das gerações e o isolamento progressivo dos que vivem a última fase da vida. Em O Carrinho de mão, um grande e famoso advogado desmascara a miséria da condição humana com a revelação de um inconfessável prazer. Por fim, O Sopro apresenta um homem comum que descobre ter o poder de matar o próximo juntando o polegar com o indicador da mão direita e soprando neles. O absurdo chega ao ponto de tornar-se uma epidemia, que acabará por destruir até o próprio protagonista.

Sobre Cacá Carvalho

Nascido em Belém (Pará), o ator e diretor Carlos Augusto Carvalho Pereira, o Cacá Carvalho, 58 anos, ficou nacionalmente conhecido graças ao doce mecânico portador de deficiência mental Jamanta da novela Torre de Babel (1998/1999). Com o sucesso, o personagem retornou em outro folhetim da TV Globo, Belíssima (2005/2006), ambos escritos por Sílvio de Abreu. Cacá participou também de outras novelas e minisséries na telinha, tais como Renascer (1993), A Muralha (2000), A Pedra do Reino (2007), Mandrake (2007) e O Cego e o Louco (2007). No cinema, atuou em filmes como Jogo Duro (1985), Exu-Piá, Coração de Macunaíma (1987), Lendas Amazônicas (1998) e Outras Estórias (1999).

Mas foi no teatro que Cacá mais se desenvolveu como artista. Começou entre 1968 e 1969 na Universidade de Belém participando dos grupos Teatro Experiência e Barca da Cultura da Amazônia. Em São Paulo, fez dois anos de formação no Piccolo Teatro. Novamente na capital paraense, ao lado do autor Aderbal Freire-Filho, participou de um espetáculo com textos de Qorpo-Santo. Em 1976, já radicado na capital paulista, participou de uma produção de Morte e Vida Severina, no Teatro Popular do Sesi, até integrar o grupo de pesquisa (selecionado por Antunes Filho) para encenar Macunaíma, em 1978. Reconhecido como "brilhante revelação de intérprete", manteve-se no papel-título até desligar-se do grupo e mudar-se para Nuremberg (Alemanha), em 1980, onde estagiou com a diretora francesa Arianne Mnouchkine, fundadora do Théâtre du Soleil, em Paris.

De volta ao Brasil, decidiu abandonar o teatro e se tornar artesão. Em 1982, porém, voltou aos palcos sob a direção de Paulo Yutaka para a realização de Teatro Maluco de Zé Fidelis, baseado em crônicas do humorista paulistano. No mesmo ano, com direção de Juca de Oliveira, atuou em Otelo, de William Shakespeare. Participou de A Ley de Linch, de Walter Quaglia, e integrou o elenco de Hamlet, também de Shakespeare, sob direção de Marcio Aurelio, ambas em 1984.

Em 1986, protagonizou Meu Tio, o Iauaretê, espetáculo dirigido por Roberto Lage, inspirado no conto de Guimarães Rosa, que projetou o trabalho de Cacá Carvalho como intérprete. O sucesso da realização levou o ator a se apresentar no Centro per la Sperimentazioni e la Ricerca Teatrale, em Pontedera, Itália. A partir de então, tornou-se colaborador do Centro como ator, pedagogo ou assistente de direção. Em 1988, apresentou-se no Festival de Volterra com a peça Inútil Canto, Inutil Pranto pelos Anjos Caídos, de Plínio Marcos, rebatizado como 25 Homens, sob a direção de François Kanh.

Cacá também realizou duas direções para a Escola Livre de Santo André (SP): O Alienista, de Machado Assis (em 1991), e Grande Sertão, adaptação de Luís Alberto de Abreu do romance de Guimarães Rosa, no ano seguinte. Com direção de Roberto Bacci, ele atuou em O Homem de Flor na Boca, de Luigi Pirandello, em 1994, com o qual realizou uma excursão internacional. Em 1996, sob a direção de Moacir Chaves, interpretou o Sganarello de Don Juan, ao lado de Edson Celulari. Alternou, a partir de então, atividades ligadas à formação de atores, cursos e espetáculos de formatura, no Brasil e na Itália.

Em 1999, novamente ao lado de Edson Celulari, alternou os papéis principais em Fim de Jogo, de Samuel Beckett, numa concepção de Francisco Medeiros. No mesmo ano, dirigiu Partido, baseado em texto de Ítalo Calvino para o Grupo Galpão, de Belo Horizonte, com quem atuou no espetáculo seguinte, Um Trem Chamado Desejo, de Luís Alberto de Abreu, com direção de Chico Pelúcio. Em 2003, voltou a chamar atenção com outro monólogo de Pirandello, A Poltrona Escura, novamente dirigido por Roberto Bacci. Seu mais recente espetáculo é O Homem Provisório (2007), inspirado na obra de Guimarães Rosa.

SERVIÇO:

A Poltrona Escura

Dia 23 de março (sexta-feira), às 21h

Ingressos: R$ 60 (inteira) e R$ 30 (meia)

Direção: Roberto Bacci

Texto: Luigi Pirandello

Interpretação: Cacá Carvalho

Duração: 90 minutos

Classificação indicativa: 14 anos

Teatro Oi Brasília

Complexo Golden Tulip Brasília Alvorada

SHTN Trecho 1, Conj. 1B, Bloco C

Vizinho ao Palácio da Alvorada

(61) 3424-7121

www.teatrooibrasilia.com.br

Os ingressos podem ser comprados na bilheteria do Teatro Oi Brasília (de terça a sábado, das 13h às 19h) ou pelo site www.teatrooibrasilia.com.br

Lei Geral da Copa só com acordo para Código Florestal

Os líderes partidários não chegaram a um acordo para votar ontem o projeto da Lei Geral da Copa (PL 2330/11), prioridade do Executivo no Plenário. O presidente da Câmara, Marco Maia, disse que não há mais polêmicas sobre o texto, mas informou que diversos deputados pediram o adiamento da votação até que seja definida uma data para votar o novo Código Florestal (PL 1876/99).

Maia espera construir ainda hoje um acordo sobre o código. “Marcar uma data não é problema. O que precisamos é fazer com que os líderes e o governo cheguem a uma posição e permitam a votação da proposta”, afirmou. Ele adiantou porém que, se não houver um entendimento, vai definir sozinho a data de votação.

O DEM e o PSDB prometeram obstruir as deliberações do Plenário, caso não seja definida a data de inclusão do Código Florestal na pauta. Segundo o presidente da Frente Parlamentar da Agropecuária, deputado Moreira Mendes (RO), o PSD também vai seguir essa posição, o mesmo acontecendo com parlamentares do PR, do PP, do PTB e do PMDB ligados à bancada ruralista

“O governo não tem maioria para enfrentar a obstrução porque a base está dividida”, disse o líder do DEM, deputado Antonio Carlos Magalhães Neto (BA). O deputado defendeu a votação do Código Florestal até 11 de abril. Nessa data, vencerá o decreto que suspende as multas para produtores que descumpriram regras de preservação ambiental.

Bebidas alcóolicas – Ontem, o líder do governo na Câmara, deputado Arlindo Chinaglia (PT-SP), conseguiu chegar a um consenso com os líderes das legendas aliadas ao Executivo. O entendimento garante que será excluído do texto que irá ao Plenário a parte que autoriza explicitamente a venda de bebidas alcoólicas nos estádios onde haverá jogos da Copa das Confederações (2013) e da Copa do Mundo.

Pelo acordo fechado, será mantida a redação original do projeto do Executivo na parte que trata de bebidas alcoólicas, que apenas suspende a restrição imposta pelo Estatuto do Torcedor (Lei 10.671/03). Com isso , a venda de bebidas nos estádios fica liberada no âmbito federal, mas continua proibida nos estados que possuem legislação própria. É o caso de São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Pernambuco, Ceará, Bahia e Rio Grande do Sul. A Fifa terá que negociar com cada governo local o fim da restrição.

O ministro do Esporte, Aldo Rebelo, que participou da reunião com os líderes partidários, disse que o então presidente Luiz Inácio Lula da Silva e os governadores dos 12 estados que vão abrigar os jogos de 2014 assumiram, em 2007, o compromisso de permitir a venda de bebidas nos estádios.

Medidas provisórias – A pauta das sessões ordinárias está trancada por quatro medidas provisórias. Ontem, o Plenário não votou nenhuma MP. Entre as que precisam ser votadas está a 549/11, que faz parte do Plano Nacional dos Direitos da Pessoa com Deficiência (Viver Sem Limite). O texto reduz a zero as alíquotas do PIS/Pasep e da Cofins incidentes sobre a importação e sobre a receita de venda no mercado interno de produtos destinados a beneficiar cidadãos com deficiência.

Outra MP na pauta – a 551/11 -, editada para incentivar as empresas a participarem da licitação dos aeroportos de Viracopos, Guarulhos e Brasília, ocorrida em fevereiro, diminuiu de 50% para 35,9% o valor do Adicional de Tarifa Aeroportuária (Ataero) incidente nas taxas cobradas das companhias aéreas e dos passageiros. A mudança reduziu os recursos que ficam com a Infraero e aumentou os que ficarão com os novos concessionários. Por outro lado, a MP cria a Tarifa de Conexão, a ser cobrada da empresa aérea pelo uso das instalações do aeroporto nas conexões entre seus voos.

Os deputados também precisam votar a MP 552/11, que prorroga por mais um ano (até dezembro de 2012) a alíquota zero do PIS/Pasep e da Cofins para a importação e venda no mercado interno do trigo, sua farinha e pré-misturas de pão comum. As massas alimentícias também passam a contar com a isenção até 30 de junho de 2012.

Além disso, a MP reajusta para R$ 85 mil o limite aplicável às incorporações imobiliárias do programa Minha Casa, Minha Vida que estão sujeitas a um regime especial de tributação.

Confira as outras MPs que trancam a pauta
Íntegra da proposta:
PL-1876/1999
PL-2330/2011
MPV-549/2011
MPV-551/2011
MPV-552/2011